Você acessou o Blog de Frederico Menezes. Desejamos que seja ele de utilidade aos que lutam para construir um mundo melhor para todos.

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

A VOZ SILENCIOSA

Nós, os habitantes deste fantástico planeta, ainda nos ocupamos de muitos fatores exteriores à grande finalidade da vida. Penduricalhos, quinquilharias, apetrechos de enfeites, que nada enriquecem a realidade interna. Não conseguimos escutar a voz silenciosa de Deus na acústica da alma. Nos escravizamos a elementos que não farão parte da natureza sublime da qual faremos parte. Ou melhor, que faz parte do nosso ser. A vida na carne, quase sempre, é vista como um peso e, muitas vezes, como um escolho para a nossa felicidade. Precisamos mudar de foco. Veremos que não é exatamente assim.

Isso ocorre em função do desconhecimento sobre a finalidade da existência. E não me refiro ao conhecimento sobre isso, e sim, sobre o sentir essa finalidade, internalizar essa verdade. Agimos no mundo, muitas vezes, em confronto com esses objetivos santos. Nos deixamos prender em teias de ilusão, daí repetirmos experiências, deixando de enveredar por novas etapas, cada vez mais belas e luminosas da trajetória.

A voz silenciosa solicita apostarmos na vivência da serenidade. As alternâncias emocionais, tão próprias das almas em conflitos, produzem inquietações e medos, fragilidades e inseguranças, fazendo estrondar nas mentes vulcões de perturbações. A voz silenciosa é o abraço com a luz superior, o aconchego do sagrado, a estrada do infinito e o ninho de paz por dentro da alma. Para escutar o que transcende se faz necessário silenciar a mente, aquietar o coração e dominar ansiedade. Para nós isto é um desafio magnífico, porém, realizável. Começar é fundamental. Não desistir, persistir, é crucial. Só temos a ganhar, ouvindo a voz do Amor Incondicional

AGENDA

Um amigo, o Ronaldo, postou na área de comentários do texto sobre o Congresso de educação no qual fiz palestra, se tinha como saber da minha agenda. Pode sim, amigo. Se você acessar nosso blog, toda semana, vai saber onde estarei. Coloco minha agenda aqui. Será um enorme prazer te-lo participando, tanto aqui em nosso espaço de reflexão, como nos auditórios das palestras. Abração.

SOBRE A PALESTRA MORRER, E DEPOIS?

Agradeço a Graciela as carinhosas e incentivadoras palavras sobre a abordagem que fiz com o tema do título deste post. Fico feliz por você ter gostado e espero que outros trabalhos sejam vistos. Quanto mais o pensamento espírita e o evangelho forem difundidos, melhor para a humanidade. Obrigado mesmo, Graciela.

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

CONGRESSO DE EDUCAÇÃO

Estive proferindo palestra, agora à noite, no congresso para os pais do colégio Souza Leão, localizado no bairro de Candeias, município de Jaboatão dos Guararapes. Abordei um tema referente a afetividade. Experiência bela. O contato com os desafios que os pais atuais sofrem é rico momento de aprendizado. A interação com eles deixou uma deliciosa sensação na alma. Valeu. Aproveito para dizer-lhes que provavelmente amanhã, sábado, não devo atualizar o blog face a estar viajando para João Pessoa. No domingo já devo postar alguma coisa. Até a volta

AINDA A AIDS

Permanentemente a natureza vem convidando os habitantes da Terra a ajustar-se perante a soberana Lei. Sabemos, nós que estudamos o universo espiritual, que todo desajuste da alma perante o equilíbrio das forças que governam a vida solicita recomposição. No artigo postado aí embaixo sobre o tema, explicitamos que já existem vozes consideradas representativas da ciência e pensadores dos problemas humanos enfatizando a necessidade das campanhas de combate a aids tocar em questões relacionadas aos valores, as atitudes, ao comportamento.

À título de se respeitar o livre arbítrio não se deve acreditar que é "normal"o que precisa ser educado. Esses mesmos estudos alertam, inclusive, que os jovens ( adolescentes principalmente ), que representam fator decisivo para o aumento dos casos da doença no Brasil, não estão dando importância ao uso de preservativos. Temos, então, uma mistura explosiva: ao mesmo tempo em que não se fortalecem conceitos importantes nas campanhas sobre o respeito a si e ao próximo, dignidade nas relações, cuidado no comportamento, estes mesmos jovens não entendem(?) a importância dos cuidados para uma relação sexual segura.

A mesma coisa ocorre com outro grupo considerado de risco, os homo afetivos. Sei que muitos deles não gostam de serem colocados como tal mas é questão de números. Os fatos indicam isso mesmo. E  eles também parecem estar se descuidando dos preservativos. Os que fazem uso de drogas, aquelas em que são usadas agulhas, também contribuem para o aumento das estatísticas infelizes do nosso país. E o uso de drogas representa, claro, a confirmação de que o problema é, sim, algo vinculado ao comportamento. Resumindo : estamos, no Brasil, perdendo a batalha para a enfermidade. Precisamos modificar o foco das campanhas.  Qualquer movimento de esclarecimento à população tem que passar, como já estão fazendo alguns países considerados de vanguarda no planeta, pela análise comportamental e pela avaliação dos valores cultivados pelas pessoas.

Sei que neste tempos, muitos tem receio de serem definidos como conservadores políticos e sociais, de idéias retrógradas mas, creio que isso não é o mais importante. Ficar preso a definições ultrapassadas como estas e a favor do aumento do problema não me parece ser inteligente. Além do mais, no embate entre luz e sombra, o que estas almejam é ferir a credibilidade da importância dos valores morais para melhor disseminar a perturbação e o debacle. 

O ser integral é conservador no que tange ao que precisa ser preservado como conquistas profundas do ser, e progressista em relação aos avanços próprios do aperfeiçoamento da civilização. Isto para ficarmos nestes conceitos ainda tão em voga e usado para manipulação das pessoas. Essa posição do ser integral representa o equilíbrio. O que o ser espiritualizado não cede é a valorização do que nos aproxima da saúde verdadeira, dos valores da integridade espiritual, daquilo que nos aproxima de Deus. 

A família precisa ser trabalhada e apoiada para que contribua para a melhoria, não apenas do combate a aids, mas para auxiliar a sociedade a fim de que tenhamos um mundo melhor que todos desejamos. E os governantes, assim como o restante das instituições, revejam o foco das abordagens. Não é só incentivar o sexo seguro com preservativos e distribuí-los. Fundamental estimular o salto de condição moral, dos valores e do respeito à dignidade humana, para que superemos a dolorosa presença da aids entre nós. Isto não é julgamento sobre um tema em que somos todos ainda tão frágeis. É constatação de fatos.

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

AIDS CRESCE NO BRASIL E DIMINUI NO RESTO DO MUNDO

Há cerca de dois meses os meios de comunicação divulgaram o novo relatório internacional da ONU sobre o combate à AiDS. Enquanto diminuiu o número de infectados no planeta cerca de 39%, aumentou o número de casos no Brasil. Nosso país tem uma tradição de pesquisas sobre medicamentos para controle do desenvolvimento do vírus nos já infectados. Surpreendeu o mundo, no entanto, o acréscimo de 11% de novos casos no país.

Sem me deter em aspectos outros do problema, concordo com uma entrevista de uma infectologista espírita de São Paulo, quando em entrevista sobre o tema, afirmou que o foco de nossas campanhas estão equivocadas. A médica é a dra Luciana Galvão. E qual  a questão à respeito? as campanhas, que  ocorrem quase que exclusivamente no carnaval, enfatizam o uso de preservativo, inclusive, com a distribuição gratuita do mesmos, como quem diz, podem enlouquecer desde que usem camisinha.. Claro que não está errado os cuidados que se deve ter com a prática sem preservativo, não só em relação à aids mas as outras doenças sexualmente transmissíveis. O problema é que centralizando a campanha apenas no preservativo não se enquadra aspectos fundamentais da problemática, como o comportamento em si.

Não basta distribuir camisinha para se combater o mal. O resultado já prova isso.  Na Europa, até nos chamados considerados mais liberais, as campanhas já trazem abordagem sobre a responsabilidade para com o comportamento sexual e suas consequências. Até mesmo a abstinência passou a ser levada em consideração. Esse aspecto sabemos o quanto é mais complexo.

Uma informação mais grave ainda compõe o relatório negativo sobre o avanço da Aids no Brasil: aumentou significativamente o número de jovens contaminados. É como se o brasileiro, sobretudo adolescentes, não entendessem o perigo da doença. No caso do adolescentes infectado, que cresceu assustadoramente em nosso país, é como se eles não levassem em consideração os ídolos que se foram com o mal.como Cazuza e Renato Russo. Observemos que a gera.cão anterior de jovens conheceu estes dois ícones da música e sofreram o impacto de suas mortes. isto ajudou a que tivessem mais cuidado. Os adolescentes atuais não conviveram com estas perdas. Será que isto não tem contribuído para a proliferação?

Muito bom que vozes já se fazem ouvir quanto a importância de se investir na educação não apenas sexual dos jovens mas, na educação como um todo. Valores como  respeito a si mesmo e ao próximo, controle de impulso, importância dos exemplos no lar, enfim, todos os aspectos da construção familiar parecem começar a ser levado em consideração. Não se pode confundir liberdade com achar "normal"as atitudes superficiais e, até, promíscuas. Chico Xavier, na década de setenta, em entrevista à Folha Espírita, já dizia que a aids não seria punição de Deus mas, sim, consequência das atitudes dos seres humanos, convidando à estes observarem os costumes, o comportamento equilibrado e respeitoso para com a vida. Voltarei a tratar da questão em outra postagem

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

"MORRER, E DEPOIS? " EM JOÃO PESSOA

Neste final de semana estarei em João Pessoa, capital paraibana, num evento promovido pelo "Missionários da Luz", instituição localizada no bairro do Cristo e que durante muito tempo foi dirigido pelo meu querido pai pelo coração, João Araújo, hoje afastado por problemas de saúde.  Tenho a alegria de participar desse evento há muitos anos. Neste ano, realizarei o seminário "Morrer, e depois?", com renda revertida ao Edukar, creche escola vinculada ao Missionários e que atende dezenas de crianças daquele bairro. Será no sábado a partir das 14 horas, se estendendo até às 05:00 hs. O local do seminário será no auditório do Sesi, na rua Camilo Chaves, 90. Preço do ingresso R$ 10,00. Lembrando que esse valor é para ajudar a creche acima referida.